Tom Procê

Tom Comunicação

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Se conselho fosse bom…

19 de julho, 2010 - postado por Luis Augusto

Me dê um conselho é um projeto simples e bacana: uma urna branca é colocada num ponto qualquer de São Paulo pedindo conselhos. Mas conselho pra quem? Sobre o que? Sobre o que você quiser, pra quem você quiser. O legal é que todos ficam expostos nesse flickr. Se preferir pode acompanhá-los também pelo twitter do projeto.

Seguem abaixo alguns:










Via

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BIG BANG BIG BOOM

6 de julho, 2010 - postado por Luis Augusto

Excelente stop motion criado sobre o início e a evolução da vida.

BIG BAG BIG BOOM - the new wall-painted animation by BLU from blu on Vimeo.

O cara desse vídeo é muito bom! Mais vídeos aqui, aqui e aqui.

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Dia do livro. Que livro?

23 de abril, 2010 - postado por Guilherme Boechat


Hoje é o dia do livro.


Mas o que é livro hoje em dia?


Tem que ser de papel? Bom, sim e não. Na verdade pode ser de qualquer coisa. Livro é a cama do conteúdo e este pode ser contado de várias maneiras. Veja.











Como a própria Alice pergunta na história, “De que serve um livro sem figuras nem diálogos?”


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Completando o post, veja o que Brian Dettmer está fazendo com livros. De papel.














Veja mais do autor no vídeo abaixo (em inglês). Ele defende, e eu concordo, que o livro perdeu o monopólio da informação, por isso ele os esculpe, transformando aquilo que o livro originalmente transmitiria em sua própria mensagem. Muito louco.


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Sobre Avatar e sonhos

22 de janeiro, 2010 - postado por Ivan Pawlow

Avatar é mais que um filme em 3D.


Avatar é mais que Pocahontas com efeitos especiais impressionantes.


Avatar é mais que a segunda maior bilheteria de todos os tempos até agora.


Avatar é a realização de um sonho.


Um sonho que começou na cabeça do jovem James Cameron, em 1977, ao sair de uma sessão do então revolucionário Guerra nas Estrelas.


“Como assim? Esse tal de George Lucas criou um outro universo. Criou seus habitantes, sua cultura, seus conflitos. Quero fazer isso também.”, ele deve ter pensado.


E com essas idéias na cabeça, James Cameron abandonou seu emprego e foi batalhar uma vaga na indústria do cinema.


Começou por baixo, fazendo maquetes. Foi também designer e diretor de arte até conseguir dirigir seu primeiro longa, Piranha II.


Sem piadinha, por favor.


Depois, filmes como O Exterminador do Futuro 1 e 2, Aliens – O Resgate e True Lies transformaram James Cameron em um dos cardeais dos efeitos especiais.


Mas foi uma história de amor entre um rapaz pobre e uma menina rica que lhe garantiu fama e dinheiro suficientes para, agora sim, investir em seu grande sonho.


Aí James saiu de cena e botou a mão na massa.


Foram 14 anos entre as primeiras versões do roteiro à versão que eu e você vimos na tela.


Até câmeras especiais foi necessário desenvolver para que seu sonho visse a luz do dia. Ou a escuridão das salas de cinema.


E viu.


Ou seja, apesar de toda descrença pré-estréia, ele conseguiu realizar seu sonho.


Fica a dica: nunca duvide de ninguém.


Se aquele filme da Apple tivesse sido feito hoje, James Cameron certamente estaria incluído no rol de personalidades que foram loucas o suficiente para querer mudar o mundo.


Mas a pergunta que fica disso tudo é: e você, o que tem feito para realizar o seu sonho, seja ele qual for?


PS.: Em tempo, muito obrigado pelos comentários no post sobre Susan Boyle, storytelling etc. Prometo não… Minto. Prometo nada. Melhor assim. :)

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“Respirar, pirar”* (nessa ordem)

22 de janeiro, 2010 - postado por Adriana Machado




David já era símbolo da Florença renascentista antes de Michelangelo criar sua versão. Donatello e Verrochio, por exemplo, já tinham seus Davids incorporados ao acervo dos palácios florentinos, ambos retratados em seu triunfo: com a cabeça do gigante Golias a seus pés. A genialidade e inspiração do David de Michelangelo começa já pela escolha do momento em que a história é melhor capturada, o exato instante que precede a luta. Pedra e funda na mão, olhar concentrado no objetivo. Onde mandar a pedra?


Mais de 500 anos depois, estamos aqui, dia após dia, com a sensação de sermos uma legião de Davids brigando contra vários Golias. Muitos desafios, poucos recursos, muito a fazer em muito pouco tempo. Concorrentes em número crescente, clientes empoderados, fórmulas conhecidas que perdem eficácia como um remédio vencido. A demanda por ação (na verdade, reação, na maioria dos casos) quase nos impele a sair fazendo freneticamente. Sem parar, sem pensar, sem olhar. E nunca a lição de Michelangelo foi tão útil: antes de atirar a pedra é preciso olhar para o desafio, considerar o objetivo e imaginar o melhor caminho para alcançá-lo.


Eu sempre achei que a melhor metáfora para o planejamento era esse olhar de David. Hoje, acho que ele é a melhor metáfora para a vida.


*Copyright do Vina

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“Cimática: expressando o som visualmente” ou “Talvez o mais antigo e longo ARG da história”

18 de janeiro, 2010 - postado por Guilherme Boechat

Entendo nada sobre cimática. De acordo com a Wikipedia, “Cimática é o estudo das ondas. Está associado aos padrões físicos produzidos pela interação de ondas sonoras em um meio“. A primeira vez que ouvi o termo foi sexta-feira, assistindo a uma palestra do Evan Grant no TED Global de 2009, cujo título é “Making sound visible through cymatics“. Como você também não deve saber do que se trata, aqui está a palestra (assista mesmo você não entenda inglês; as imagens falam por si só):





Ou então, se preferir, assista a esse, mais curto, para ver do que estou falando:

  



Entendo um pouco sobre ARG. A sigla significa “Alternate Reality Game” e é um jogo que, resumidamente, combina realidade e ficção, internet, mídias sociais e pistas e acontecimentos no mundo físico.


Voltando a cimática: no século XVIII, um rapaz chamado Ersnt Chladni, conhecido como o “pai da acústica”, estudou o fenômeno utilizando um arco de violino e uma chapa de metal exatamente como no vídeo acima e criou essa tabela com os padrões desenhados pela poeira.


Não parecem um pouco com QR Codes? Bom, mesmo que você não ache parecido na aparência, deve concordar que são na função. Ambos são códigos para uma segunda coisa: som, no caso da cimática, e texto, no caso do QR.


Muito bem. Sabe a Igreja de Rosslyn, aquela do final de Código Da Vinci? A personagem de Tom Hanks diz que ela é um tratado de semiótica e tal, lembra? Então, nela há uma série de cubos com o que depois de muito tempo descobriram que eram representações parecidas com as da imagem acima, olha:








Um músico pegou os códigos e interpretou como música, resultando no “The Rosslyn Motet”. Não parece mesmo um ARG, cujo objetivo é descobrir uma sinfonia? Confira no video abaixo.





Uau. Semiótica aplicada. Queria ter entendido mais disso na faculdade.
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Tem esse aqui também, um uso bizarro (e bacana) da cimática. Me lembrou isso aqui.

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Susan Boyle e o Storytelling

11 de dezembro, 2009 - postado por Ivan Pawlow

O disco de estréia de Susan Boyle está em primeiro lugar nas paradas tanto do Reino Unido, sua terra natal, quanto dos Estados Unidos.


Nos EUA, só não conseguiu quebrar o recorde de Snoop Dogg, que vendeu 803 mil cópias do seu primeiro álbum na semana de estréia diante de 701 mil do disco de Susan.


Os ingleses não devem gostar tanto de hip hop assim, então o recorde na Grã Bretanha ficou com ela mesma. Só na primeira semana foram 410 mil cópias, superando gente como Leona Lewis e os Arctic Monkeys.


Definitivamente, não é pouco.


Se a música é boa ou em que a carreira dela se transformará, eu particularmente não faço a menor idéia.


Espero que tudo dê certo e que ela seja muito feliz e rica. Desejo isso a você também.


Mas não é sobre isso que eu queria falar.


Bom, o texto é um pouco grande, então eu vou antecipar a conclusão para quem não estiver afim ou não tiver tempo ou já estiver de saco cheio.


A conclusão é a seguinte e é velha e batida: nada melhor que uma boa história bem contada.


Aos crentes na minha palavra, minha fé.


Susan Boyle surgiu aos olhos do mundo quando foi ao ar na Inglaterra sua participação no programa Britain’s Got Talent.


Depois, o vídeo espalhou pelo mundo afora e não é preciso dizer muita coisa.


Eu vi, você viu, todo (o) mundo viu.


Mas caso você esteja voltando da sua temporada na Estação Internacional Espacial ou março foi há tanto tempo que você nem se lembra mais, clica aqui.


Ops.


Enfim, como todos perceberam, este vídeo narra um conto de fadas. E dos bons.


Conto de fadas é um tipo de história muito peculiar.


Tem seu próprio universo, sua moral, sua perversidade e uma estrutura bem definida.


História é estrutura. Início, meio e fim.


Você pode até brincar com a ordem disso, e tá muito na moda hoje em dia, mas toda história tem seu início, seu meio e seu fim.


Segundo a Wikipedia, um conto de fadas possui as seguintes características:


- Podem contar ou não com a presença de fadas, mas fazem uso de magia e encantamentos.


A música (e o talento da Susan) podem ser considerados a magia “do bem”, que triunfa diante da energia “do mal” que vêm da platéia.


- Seu núcleo problemático é existencial (o herói ou a heroína buscam a realização pessoal).


Susan é clara quanto às suas intenções: “Quero ser uma cantora profissional”.


- Os obstáculos ou provas constituem-se num verdadeiro ritual de iniciação para o herói ou heroína.


Susan canta diante de um corpo de jurados notoriamente implacável.


- Sua origem é celta.


Isso é o de menos.


Ok.


E quanto à Jornada Interior da personagem?


1. Travessia: “leva o herói ou heroína a uma terra diferente, marcada por acontecimentos mágicos e criaturas estranhas”.


Susan veio para Londres direto de um conjunto de “vi…villages” na Escócia.


2. Encontro: “com uma presença diabólica – uma madrasta malévola, um ogro assassino, um mago ameaçador ou outra figura com características de feiticeiro”.


Desde sua entrada em cena até o início de seu canto, tudo joga contra Susan: o público ri, debocha; os jurados (entre eles Simon Cowell, o melhor arquétipo contemporâneo do carrasco) parecem esperar pelo pior.


3. Conquista: “o herói ou heroína mergulha numa luta de vida ou morte com a bruxa, que leva inevitavelmente à morte desta última”.


Susan canta. E já nos primeiros versos da belíssima (e dificílima) canção que escolheu frustra todas as expectativas de um ato supremo de vergonha alheia e humilhação - tão habituais nesse tipo de programa.


4. Celebração: “um casamento de gala ou uma reunião de família, em que a vitória sobre a bruxa é enaltecida e todos vivem felizes para sempre”.


A platéia (e 2/3 do júri) aplaudem-na de pé. E isso antes mesmo da música terminar. Finalmente, a votação do júri não deixa de ser outra coisa senão celebração.


Uma série de outros fatores contribuem, claro. Edição, trilha, figurino, personagens etc. Mas são apenas acessórios que só realçam o principal - a história.


Aí você vira e me diz: Ivan, deixa isso pra lá, é tudo armação, o Simon Cowell já sabia que assim seria, como é que você ainda acredita em televisão?


Eu respondo: não é esse o ponto. Não interessa se foi acaso, se foi mágico, se foi armado. Interessa é que, na publicidade (estamos falando de venda de um produto, certo?), uma boa história bem contada se propaga como um vírus e é capaz de vender milhões de CDs.


Em pleno 2009.


P.S.:  Bom, sou velho de casa, mas novo de blog. Meu nome é Ivan P. Pawlow. Muito prazer.

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Meu troco, por favor.

28 de setembro, 2009 - postado por Rubens Aguiar

O título deste post é minha cantilena nos caixas de padarias, farmácias, supermercados e afins. Explico: se na prateleira os produtos valem R$ 5,78, R$ 16,94 ou R$ 32,13, por que no caixa eles passam a valer R$ 5,80, R$ 16,95 ou R$ 32,15 quando pagamos em espécie? “Estamos sem moedas de 1 centavo, senhor”, diz a mocinha querendo dizer nas entrelinhas “Que sujeito pão duro! Reclamar do troco de 1 centavo!”. Reclamo sim. E quando não reclamo, imponho minhas condições em defesa de meus direitos: “Já deixei de receber vários centavos aqui. Hoje vou pagar menos”. E arredondo pra baixo o valor.

Não, não ficarei mais pobre sem o meu troco de 2 centavos. Não fará falta no fim do mês tal quantia. Mas não me calo diante dessa prática espúria dos comerciantes. Por que nós, consumidores, temos de pagar pela falta de troco? Que o comércio tenha sempre em caixa muitas, mas muitas centenas de milhares de moedinhas de 1 centavo. Ou arredonde os preços nas prateleiras. Imagine os milhões que esses caras ganham em um ano, só com esses centavinhos que os displicentes deixam todos os dias nos caixas de estabelecimentos comerciais.

Acredito que as pessoas se envergonham de reinvidicar tal direito, com medo de serem taxadas de mesquinhas. Mas, no fundo, gostariam de receber seus trocos de forma correta. Ou, no mínimo, serem tratadas com respeito, sendo informadas de que não há moedas para dar o troco certo. Creio também que o descaso com o troco revela uma ínfima faceta do comodismo encruado da sociedade brasileira, o de aceitar as coisas “porque é assim que elas são aqui no Brasil”. Eu não aceito.

É… acho que estou ficando como o meu amigo Maurilo Andreas: um velho resmungão.

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Quebra de decoro geral. Cai todo mundo?

11 de agosto, 2009 - postado por Guilherme Boechat

Hoje no Terra Magazine tem uma entrevista que a Thais Bilenky fez com Cézar Britto, presidente da OAB. Ele defende que TODOS os 81 senadores sejam processados por quebra de decoro parlamentar, para que sejam convocadas novas eleições.

Radical.

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Destino dos antigos telefones

5 de agosto, 2009 - postado por Luis Augusto

O artista Jean-Luc Cornec encontrou uma maneira curiosa de reciclar aparelhos de telefone. O trabaho se chama Ovelhas-Telefone e está exposto no Museu de Comunicação de Frankfurt.














Dica da Danuza.

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Post dos nossos!

21 de julho, 2009 - postado por Guilherme Boechat

O Maurilo escreveu um texto pro blog do Carlos Henrique. Os dois são da Tom, então vamos reproduzir o texto aqui. Mas se você quiser, pode ler no chmkt ou no Pastelzinho também.


Cercas e lanternas

A série de tv Madmen mostra, em um de seus episódios, um típico departamento de criação dos anos 60 ridicularizando um profissional que apresenta uma pesquisa e tenta uma abordagem um pouco mais antropo-mercadológica para o desenvolvimento de determinada campanha.

Naquela época, qualquer raciocínio com uma base “científica” era considerado uma cerca, um limite para a criatividade que era, sem dúvidas, a resposta para todo e qualquer problema dos clientes.

Em 1993, quando me formei, não havia a matéria “Planejamento Estratégico” no curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, da UFMG. Na verdade tínhamos, se não me engano, Mercadologia e tudo aquilo nos parecia uma tentativa tola de explicar a mágica da propaganda.

Hoje, o que parecia “cerca” virou uma “lanterna” (em alguns casos, quase um sol). Me parece impossível extrair o máximo de qualquer trabalho sem levar em conta uma visão mais ampla do que aquela que se extrai da primeira leitura de um briefing.

Não me entendam mal, ainda considero a criatividade como a característica mais importante da nossa profissão.

Na verdade, acho que o planejamento vem ampliar a idéia que tínhamos de criatividade. Com a proximidade do planejamento, o criativo consegue que a existência da criatividade não se reduza apenas à idéia bacaninha, ao título legalzinho, ao roteiro bem sacado ou ao leiaute bonitinho.

Para finalizar, acredito que nosso mercado será melhor e mais ativo na exata medida em que tenhamos um número cada vez maior de criativos capazes de evoluir em seu próprio ofício. Profissionais de criação sim (sempre), mas que saibam trocar as cercas por lanternas.

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Só a humildade salva

21 de julho, 2009 - postado por Adriana Machado

Ninguém gosta de errar. Pelo menos, ninguém que se dedique com afinco ao que faz. Quando tentamos o nosso melhor e, ainda assim, o nosso melhor não é o suficiente, então, nem se fala. Ainda assim, erramos. Convictos de que vamos acertar, erramos.
Do mesmo jeito que a gente, as empresas também erram. Claro, empresas são coletivo de gente. Geralmente, o problema não está tanto em errar, e mais em não ser capaz de corrigir o erro. Ou, pelo menos, de reconhecê-lo.
Se isso sempre foi verdade, agora que as pessoas conseguem espalhar sua mensagem globalmente pela internet, essa questão se torna crucial.
Um caso exemplar em vários aspectos é o do musico canadense, Dave Carroll e a companhia aérea United Airlines. O resumo da ópera: embora o guitarrista e seus colegas da banda Sons of Maxwell tivessem visto a total falta de cuidado dos carregadores de bagagem ao lidar com os instrumentos, a companhia não reconheceu nenhuma responsabilidade no dano causado na guitarra de US3.500,00 do moço. Ele, em resposta, fez uma musica, um clipe e postou no YouTube:

50 mil views depois de postado, a United entrou em contato com o músico, oferecendo compensação. Eis a resposta de Dave:

Embora o episódio nos divirta e assuste (ninguém está livre de cometer erros, não foi assim que este longo post começou?) o que mais gostei foi a humildade da declaração da porta-voz United na CNN: o caso oferece uma “oportunidade singular de aprendizado” e o vídeo será utilizado no treinamento interno da equipe.

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é

9 de julho, 2009 - postado por Vinicius Alzamora

A gente só tem uma certeza nessa vida: a de que nascemos.

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Personal Democracy Forum 2009

29 de junho, 2009 - postado por Guilherme Boechat

Hoje e amanhã em Nova Iorque, o PdF ‘09 debate a nova política: aquela que todos podem fazer na web. Finalmente a geração video game está chegando no poder e, pode apostar, muita coisa vai mudar. Assista ao promo do evento e repare nas cabeças que estão falando na conferência.

Se você gosta do tema, pode fuçar, e até se afiliar, ao Partido Pirata. No Brasil ele ainda não é oficialmente um partido político, mas na Europa já tem até representante no parlamento europeu, eleito pela Suécia.

Que tal fundar o seu próprio partido? Hein? Hein?

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Crendices

8 de junho, 2009 - postado por Guilherme Boechat

Num EXCELENTE post na Terra Magazine, Marcelo Carneiro da Cunha divaga sobre como muitos se deixam levar por crendices para explicar o que não tem explicação. O autor cita a nota distribuída para a imprensa por um numerólogo que revela a causa do acidente com a nave da Air France: o número 15. Leiam. Aqui o link de novo.

Fiquei particularmente feliz pela citação a dois livros que me influenciaram muito: O Mundo Assombrado Pelos Demônios, de Carl Sagan, e Breve História de Quase Tudo, de Bill Bryson.

Carl Sagan oferece um arsenal de argumentos pra fazer qualquer profeta do fim do mundo adotar o ceticismo até na hora de rezar. Senso crítico e racionalidade acima de tudo. E Bill Bryson descreve a história do universo. O engraçado é que o quanto mais avançamos cientificamente, mais aparecem bizarrices que conquistam a fé das pessoas. Olha o Tom Cruise:

O que eu quero dizer com isso tudo? Sei lá. Quero só que vocês leiam o tal artigo que mencionei no começo do post.

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Little Big Planet - Video Game 2.0

4 de junho, 2009 - postado por Lucas Queiroz

“Desde pequenos, quando começamos a jogar video games, nós queremos FAZER video games. E então descobrimos que programar é difícil e que criar jogos é muito mais trabalhoso que imaginamos. Então nos limitamos apenas a jogá-los.”
A proposta do Little Big Planet do Playstation 3 é o contrário. Um jogo que dá ao usuário todas as ferramentas que os desenvolvedores tiveram para criar o game, apostando na colaboração dos jogadores pela internet para o crescimento da comundade. Você tem uma gama de fases já criadas pelo fabricante e conta também com uma infinidade de mundos, feitos pelos usuários, que exploram todos os recursos e até criam novas possibilidades de jogo graças a liberdade de ferramentas oferecidas. Tudo isso com uma direção de arte impecável nas texturas, jogabilidade simples e carisma dos personagens.

E por que não utilizar-se dessa possibilidade para fazer propaganda? Muitos dos usuários já estão fazendo isso de graça. Se tiver alguma dúvida de como fazer, o site do jogo tem alguns vídeos de jogadores de até 9 anos de idade ensinando.

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Ode ao flanelinha, por Maurilo Andreas

25 de maio, 2009 - postado por Lucas Queiroz

Hoje no Pastelzinho, blog do nosso amigo Maurilo, vimos uma homenagem aos nossos eternos vampiros de dinheiro e dignidade, os flanelinhas. Senti-me na obrigação de passar essa mensagem para frente. Simplesmente genial.

ODE AO FLANELINHA

Ó guardião das vagas urbanas
Soberano dos estacionamentos
Que tanto desprezo emanas
Quando sorris dos meus tormentos

Responsável pela privatização
Do que antes era espaço público
Reinas desprovido de qualquer razão
E me fazes subir o ácido úrico

No desespero da busca me pedes
“Um real, doutor, um realzinho”
E com esta frase não medes
Que me fazes morrer um pouquinho

Acenas teu pano como um estandarte
Indicas o local, sempre gentil, sorrindo
Mas ao receberes o dinheiro parte
Sem que ninguém te veja partindo

Ó criatura cruel e imprevisível
A quem os olhos da lei não podem ver,
Vês em mim uma vítima risível
Cujo bolso e o saco fazes doer

Surge então em mim a ira
Vocifero revolto, febril, transtornado
Indigno-me contra tudo que conspira
Mas ao fim me calo, temendo o carro arranhado.

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Quando eu crescer, quero trabalhar em Propaganda

19 de maio, 2009 - postado por Luis Augusto

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Pausa

13 de maio, 2009 - postado por Mãe Joana



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Um café depois do almoço.

13 de maio, 2009 - postado por Luiz Otávio

Vi no Gourmet Update or Die.

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